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Janaina Paschoal defende priorizar jovens em meio à colapso por covid

Janaina Paschoal

A advogada Janaina Paschoal defendeu priorizar o atendimento e tratamento de jovens em meio ao colapso dos sistemas de saúde em todo o Brasil, em decorrência da pandemia de covid-19. “Eu me preocupo com todas as vidas! Mas as vidas daqueles que viveram menos me preocupam mais”, afirmou no Twitter. Eu me preocupo com todas…

A advogada Janaina Paschoal defendeu priorizar o atendimento e tratamento de jovens em meio ao colapso dos sistemas de saúde em todo o Brasil, em decorrência da pandemia de covid-19.

“Eu me preocupo com todas as vidas! Mas as vidas daqueles que viveram menos me preocupam mais”, afirmou no Twitter.

Paschoal recebeu uma enxurrada de críticas e foi acusada de promover “extermínio de idosos”.

O jornalista Reinaldo Azevedo também repudiou o tuíte da advogada, dizendo que a “decadência de Janaina Paschoal não conhece limites”.

Janaina se defendeu dizendo que foi mal compreendida e que é “perseguida” há anos por quem não teria “a família nem a vida de crianças como um valor”.

Quase 40% dos mortos por covid-19 em 2021 não chegaram à UTI

Levantamento em base de dados usada pelo Ministério da Saúde indica que 28 mil pacientes morreram de covid-19 em 2021 sem conseguir tratamento em UTI

Nas 11 primeiras semanas de 2021, mais de 28 mil brasileiros morreram de Covid-19 nos hospitais do país sem passar por uma UTI. Os óbitos de pacientes que não chegaram ao tratamento intensivo em 2021 são 38% do total, sendo quase 40% entre 14 a 20 de março.

São praticamente quatro em cada dez das 73.105 mortes por Covid deste ano na base do Sivep-Gripe, sistema usado pelo Ministério da Saúde para monitorar as internações nas redes pública e privada.

Nos dados analisados pelo jornal O Globo foram considerados pacientes já classificados como de Covid-19, a maioria, e os que receberam provisoriamente o diagnóstico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) não específica, mas que, seguindo metodologia da Fiocruz, traziam sintomas indicativos da doença: febre acompanhada de tosse, dor de garganta, desconforto respiratório, falta de ar, baixa saturação de oxigênio no sangue, perda de olfato ou de paladar.

Segundo Domingos Alves, cientista da USP de Ribeirão Preto, o cenário de mortes fora das UTIs atesta que os sistemas de saúde dos estados já entraram em colapso. Esse número era elevado no auge da primeira onda, decresceu ao longo de 2020 e explodiu com o aumento da transmissão registrado a partir de dezembro.

De meados de janeiro a meados de fevereiro deste ano, quando os sistemas de saúde da região Norte entraram em colapso, a proporção de pacientes que morreram sem passar pela UTI passou de 50%. Nos Estados do Amazonas, Roraima e Acre, ela chegou a 60%.

Leia a matéria completa aqui.

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