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STF dá 24 horas para Lira explicar votação da PEC dos Precatórios

STF dá 24 horas para Lira explicar votação da PEC

STF dá 24 horas para Lira explicar votação da PEC – A ministra do STF Rosa Weber determinou nesta sexta-feira (09) que a Câmara dos Deputados apresente em 24 horas informações sobre a votação da PEC dos Precatórios. A contrário do que foi noticiado por alguns grupos de comunicação, a ministra do STF tomou a…

STF dá 24 horas para Lira explicar votação da PEC – A ministra do STF Rosa Weber determinou nesta sexta-feira (09) que a Câmara dos Deputados apresente em 24 horas informações sobre a votação da PEC dos Precatórios.

A contrário do que foi noticiado por alguns grupos de comunicação, a ministra do STF tomou a decisão como relatora do mandado de segurança apresentado pelo PDT e assinada por Carlos Lupi e Ciro Gomes, que pede a invalidação da sessão que aprovou a proposta.

A ação questiona manobras adotadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para garantir a aprovação da matéria em primeiro turno.

“Considerada a alta relevância do tema em debate, assino o prazo de 24 horas às autoridades impetradas, a fim de, querendo, prestem as informações que reputarem pertinentes, antes do exame do pedido de medida liminar. Publique-se. Notifiquem-se as autoridades impetradas pela via mais expedita disponível”, afirmou a ministra.

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O PDT apresentou um Mandado de Segurança com Pedido de Medida Liminar de Urgência pedindo a anulação da votação da PEC 23/2021.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arhur Lira, terá que se pronunciar em nome da Casa nesta segunda-feira (08).

A alegação é de que uma das manobras adotadas pela Mesa Diretora da Câmara foi a validação de votos de deputados licenciados por exercício de missão diplomática, o que contraria o Regimento Interno, para aprovar emendas para as quais não haveria quórum.

Outra ação assinada pelos deputados Alessandro Molon (PSB-RJ), Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Joice Hasselmann (PSL-SP), Kim Kataguiri (DEM-SP), Marcelo Freixo (PSB-RJ) e Vanderlei Macris (PSDB-SP), também foi impetrada no Supremo com os mesmos argumentos.

A votação da matéria em segundo turno está marcada para esta terça-feira (09).

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PDT foi pioneiro no STF

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o ex-ministro Ciro Gomes foram os primeiros a questionarem a votação no STF.

 

“O que houve e que estamos questionando na Justiça, foi que o senhor Presidente, que para mim é o Líder do Governo na Câmara dos Deputados, o deputado Arthur Lira (PP-AL) muda uma decisão tomada pela Mesa (Diretora) da Câmara que se comprometeu a não ter mais projetos de emenda à Constituição por voto remoto. Tá assinado por todos da Mesa. Ele (Arthur Lira) poucas horas antes da votação decidiu monocraticamente com a sua própria assinatura aceitar esses votos remotos. É esse o questionamento que a gente faz porque julgamos que foi uma fraude.”

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Ministros generais de Bolsonaro receberam para ir ao 7/9, diz site

Dois generais ministros de Estado receberam meias diárias para participar do ato pró-Bolsonaro, no último dia 7 de setembro, em São Paulo. A manifestação foi marcada por ataques antidemocráticos do presidente ao Supremo Tribunal Federal (STF), inclusive com a declaração de que não mais obedeceria ordens emitidas pelo ministro Alexandre de Moraes.

Leia a matéria completa aqui.

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